segunda-feira, 20 de maio de 2013

As mulheres e seus corpões!



Olhando nas academis de ginástica não e nada difícil encontrar pessoas suando a camisa em busca de um corpo sarado,na minha opinião atividades físicas e a melhor coisa que o individuo pode fazer em sua via inúmeros são os benefícios da atividade física ,perda de peso controle das gorduras no sangue ,elevação da auto estima e um ótimo auxiliar no combate a depressão que bom se esse fosse o lado bom das academias mais não e ! existe o lado ruim quase todos os dias presencio pessoas fazendo o uso de anabolizantes hormonais e o que mais me assusta a grande  quantidade de mulheres fazendo o uso se para o homem já e algo que trás conseqüências desastrosas imaginem para a mulher e por que ?

 Os esteróides anabolizantes, mais conhecidos apenas com o nome de anabolizantes, são drogas relacionadas ao hormônio masculino Testosterona fabricado pelos testículos. Os anabolizantes possuem vários usos clínicos, nos quais sua função principal é a reposição da testosterona nos casos em que por algum motivo patológico tenha ocorrido um déficit. Sendo assim já e de se prever os efeitos adversos nas mulheres já que o organismo feminino contem muito pouco hormônios masculino como a testosterona sendo assim recebendo uma carga que não seria para um corpo feminino as  conseqüências dessa trágica conduto se por efeitos colaterais terríveis que podem levar a morte entre tantos podemos citar !

Os danos no corpo da mulher

Se as musas estão mais fortes, com as coxas torneadas, barrigas divididas em “gomos” quadrados, braços musculosos e o crédito à forma física for o anabolizante, outras características costumam acompanhar o “corpão”, quase sempre doente por dentro. As vozes também ficam mais grossas, os queixos pontudos, os cabelos ralos e os olhos mais saltados.
Os danos visíveis, alerta o cardiologista do esporte Nabil Gorayebe, não são os únicos e os menos graves. “O anabolizante é um adubo de coisas ruins. Se a mulher tem alguma célula cancerígena que não iria se manifestar, esses hormônios vão fazer com que os cânceres se espalhem de forma muito acentuada no organismo”, afirma o especialista.
Os anabolizantes usados de maneira errada e com fim exclusivamente estético também atacam o sistema reprodutivo da mulher. Em maioria, ela para de menstruar e pode ficar infértil – danos irreversíveis. “Essas substâncias, tanto em homens quanto em mulheres, são as principais inimigas da fertilidade”, afirma o médico especializado em medicina reprodutiva, Edson Borges.
Os esteróides também dão força para as principais causas de morte da população feminina. O coração é transformado em uma “bomba-relógio”, o que facilita a ocorrência de enfartes, doença que mais mata as mulheres segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Não é só isso: também aproxima delas o comportamento agressivo, conforme atestou autópsia feita por pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP). Os cientistas analisaram o cérebro de camundongos que receberam doses de anabolizantes e constataram que a produção de serotonina, conhecida como hormônio do humor, é prejudicada e reduzida.

Posto isso espero que seja de grande valia e orientação !

Cristiano g dias
 projetocucalimpa@gmail.com


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Droga: veneno que ameaça o mundo




Ao falar sobre drogas hoje, os pais expressam uma das maiores preocupações. O medo é justificável: a popularidade das drogas entre crianças de 10 a 12 anos é cada vez maior. A exposição das crianças ao perigo também. A dependência pode destruir relações familiares e de amizades. Provoca danos irreversíveis e até, nos casos extremos, a morte. O alarme, porém, só toca quando as drogas já estão dentro de casa. Pesquisas da Associação Parceria Contra Drogas mostram que, hoje, quatro em cada dez crianças já experimentaram maconha. Se você é dos anos 60 ou 70, certamente sabia mais sobre drogas do que seus pais. E agora seus filhos sabem mais do que você.

O mundo das crianças de hoje não é fácil. É mais complexo, estressante, com um acesso às drogas alarmante. Veja:

- O LSD é oferecido para crianças na forma de desenhos coloridos, com personagens de histórias em quadrinhos;
- O Crack está disseminado e pode ser encontrado em qualquer esquina;
- O acesso a bebidas, cigarros e medicamentos que contenham em sua fórmula algum componente alucinógeno dentro de casa facilita a iniciação do jovem;
- As festas rave, são verdadeiras feiras de drogas, principalmente ecstasy, maconha e cocaína.

Os hábitos começam cedo

Não é só na escola que as crianças aprendem. A rua, os amigos, a televisão, o cinema também são grandes professores. Há ainda as novas fontes de informação a que elas têm acesso, antes mesmo dos pais: Vídeo, cds, revistas, internet, e-mails, sites de bate-papo. E isso tudo pode ser uma grande porta de acesso ao vício. Mesmo não promovendo as drogas diretamente, essas informações podem passar a impressão de que usá-las é normal e até esperado em determinada idade. E é chocante a facilidade (e o preço!) para obter a droga. A idade média com que as crianças começam a fumar cigarros é 12 anos. Experimentar álcool aos 13. E fumam o primeiro cigarro de maconha aos 14. E muitos jovens que usam drogas começaram antes dos 10 anos.

Poderia ser o seu filho

Acreditar que seu filho nunca vai se envolver com drogas é um grande perigo. Pesquisas mostram que o acesso das primeiras crianças às drogas é muito mais fácil do que os pais imaginam. Porém, não há ninguém melhor do que os pais e professores para vencer o desafio de manter um jovem longe da droga. Estudo realizado pela Parceria em janeiro de 1999 em cinco capitais brasileiras mostrou que, quando um jovem se sente próximo da família, tem menos chances de se envolver com álcool, cigarro e outras drogas. Confirmou-se o que muitos pais acreditam: primeiro, eles podem ensinar os filhos a ver as drogas como um problema sério. Segundo, eles podem influenciar as decisões dos filhos em idades escolares - fase em que a criança estrutura sua posição em relação às drogas. O que parece faltar é orientação sobre como tratar a questão, tão complicada e difícil de abordar. Por isso a Associação Parceria Contra as Drogas desenvolveu um guia, com base em um modelo criado por uma organização semelhante nos Estados Unidos. O propósito é preparar você, pai, para conversar sobre drogas com seu filho e responder às dúvidas que ele possa ter.

Mantenha o diálogo

Converse bastante com seu filho sobre drogas. E seja claro. Estudos mostram que os filhos gostariam que os pais conversassem mais com eles.Os pais precisam se educar: para conversar sobre drogas é preciso estar tão bem informado quanto seu filho. Você deve saber sobre as drogas mais comuns, os efeitos no cérebro e no corpo, os sintomas que provocam as gírias e como são utilizadas.
A adolescência é um período cansativo para a família. A comunicação é complicada. Mas se você conseguir fazer seu filho crescer sem saber, fumar ou tomar drogas, as chances de ele manter hábitos saudáveis na vida adulta são grandes. A influência dos pais desde cedo pode poupar o filho de experiências negativas associadas ao uso de drogas; pode até mesmo salvar a sua vida. Também é importante lembrar seus filhos que o perigo não está somente no uso constante de álcool ou drogas. O ocasional também pode trazer conseqüências: perder provas ou trabalhos escolares; provocar acidente de carro; sofrer um ataque no coração. Pautando por essas instruções, você aprenderá a usar melhor sua força, seu amor e sua preocupação para ajudar seu filho a se situar bem no mundo, promovendo seu bem-estar e mantendo-o distante das drogas. Ajudará também você a educar o jovem num mundo difícil, onde existem tentações e obstáculos o tempo todo. Enfim, será seu guia de vida.

Crianças aprendem com exemplos, com os valores que os pais demonstram por suas ações. Ficam sensibilizados quando veem que os pais se preocupam com elas o tempo todo. Mas devemos estar alertas. Mentiras "inocentes", como esconder a idade, transmite uma mensagem estranha à criança. "Não é errado mentir?", ela vai se perguntar. Se você proíbe cigarros dentro de casa, como pode deixar um amigo quebrar a regra? Diz-se que beber em excesso é um problema, como pode rir de um personagem bêbado em um filme? Situações
Assim confundem a criança. Ela só vai poder discernir o certo do errado baseada em um sistema de valores verdadeiro. E baseada nisso decidirá usar drogas ou não; beber ou não.

Você pode expor seus valores explicando por que decidiu agir de determinada maneira em determinada situação. Se você e seu filho veem uma pessoa cega tentando atravessar a rua, por exemplo, ofereça ajuda e aproveite para discutir por que é importante ajudar os outros. Também pode explorar questões morais propondo hipóteses para ser discutidas num momento apropriado. Por exemplo: "O que você faria se uma pessoa andando à sua frente deixasse cair uma nota de 10 reais?" ou, "O que faria se um amigo tentasse convencê-lo a matar aula para jogar videogames?" Para ensinar a moral é preciso exemplificar com situações concretas como essas.



Planejando a união familiar

Não é sempre possível tempo para conversar sobre drogas com seu filho. Uma vida agitada e cheia de compromissos não facilita a convivência. Para garantir alguns momentos juntos, tente agendar:

- Reuniões de família: realizadas uma vez por semana em horário combinado, as reuniões são o momento ideal para discutir projetos, falar de disciplina, comemorar sucessos, esclarecer diferenças e qualquer assunto relativo a um dos membros da família. Estabelecer algumas regras ajuda. Por exemplo: todos devem ter chance de falar; quando um fala os outros escutam sem interromper. As críticas devem ser construtivas. Para vencer eventuais relutâncias, agregue algum incentivo, por exemplo, pizza depois da reunião. É importante os pais comandarem.

No Ritual do dia-a-dia: você pode estabelecer que, uma vez por semana, buscará seu filho na escola e juntos tomarão um sorvete. Depois do jantar ou antes de deitar, reserve alguns minutos para conversarem sobre os acontecimentos do dia. Estabeleça a rotina de bater papo - a comunicação é essencial para educar uma criança contra as drogas.

Cristiano g dias

projetocucalimpa@gmail.com